| SIMULCASTING ÀS QUINTAS-FEIRAS, O JCB AGINDO COMO 'CAIM' |
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| Qua, 22 de Fevereiro de 2012 19:19 |
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Não dá mais para ficar calado ! A constante imposição de simulcasting nacional - isto mesmo, 'goela abaixo' -, a que o JCB tem submetido o JCRGS é a mais evidente exteriorização do desrespeito pela reunião semanal do turfe gaúcho. Antes do 'advento da parabólica' todos tinham suas reuniões aos finais de semana, à luz do dia, mas com a chamada globalização do turfe, que teve como efeito a exploração de apostas nacionalmente por um Jockey Club na 'jurisdição' de outro congênere, a saída do JCRGS foi migrar sua reunião para um outro dia da semana, evitando a concorrência para contornar a queda de apostas. Pois bem, se a 'nacionalização' do turfe nos tirou o que de mais precioso possuíamos enquanto promotor de eventos, ou sejam, as corridas de dia aos fins de semana, esperava-se que, ao menos, respeitassem nossa exclusividade nas quintas-feiras. Mesmo não sendo o dia ideal da semana, este dia foi construído como o nosso dia, o dia do JCRGS, que vem se firmando como uma opção aos turfistas e cujo movimento de apostas melhora a cada reunião, exceto quando o JCB não deixa e impõe seu simulcasting. Ora, se os 'grandes' não respeitam o nosso dia, pressuponho estejam blefando sobre a questão da pedra única, pois se não admitem um dia da semana único para o JCRGS, por certo não vão consentir com a captação de apostas num sistema único, são claramente contra unicidade. Uma vez por ano, e apenas de dois anos pra cá, o JCB e o JCSP têm oportunizado ao JCRGS e ao JCP um domingo único para as realizações do Bento Gonçalves e do GP Paraná, respectivamente, mas vejam bem, trata-se de uma 'canja'. Em contrapartida eles exploram apostas em nossos Estados nas sextas, sábados, domingos e segundas-feiras. É mole? Qualquer feriado, ponto facultativo, greve geral ou falta de luz constituem-se em motivo para o JCB 'invadir' nossa reunião, e o pior, apenas comunicam ao JCRGS. Por que não usam a terça ou quarta? A resposta é simples, porque na quinta-feira já há um público cativo de turfe e é mais fácil 'roubá-lo' do JCRGS do que arriscar uma outra opção. Esta história de coirmão em matéria turfe não existe, se existisse teria o nome de CAIM. Respeito é bom e conserva relações, espero que o JCB revise sua posição sobre as quintas-feiras. José Vecchio Filho Presidente do JCRGS |


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